23/10/2021

OH MY BABY – EPISÓDIOS 3-4

Esse drama está muito amorzinho, e é uma comédia romântica de qualidade. Curto cada momento desses episódios e consigo rir, chorar e refletir ao mesmo tempo.

No meu ponto de vista esse drama está cada vez melhor. A história está sendo muito bem desenvolvida e você nem sente a hora passar enquanto se diverte e se emociona com os personagens.

Ponto positivo é tudo nesse drama está sendo bem retratado. Gosto dela ser uma mulher bem resolvida, uma profissional talentosa e não necessitar de um homem para ser feliz. Tanto que ela está com 39 anos e se realmente preocupasse com isso estaria casada com qualquer um. E só está preocupada agora por causa do desejo de ser mãe. Mas até isso ela considera o homem “dispensável”. Assim, sabemos que uma mulher precisa de um homem para engravidar mas estou querendo dizer é sobre o papel do pai ás vezes pode ser bem sustentado por uma mãe batalhadora. E tem o exemplo da própria mãe da protagonista que a criou sozinha e ela não é revoltada ou traumatizada por isso. O shippe está muito bem definido, e acho que só numa reviravolta histórica poderia acontecer outro desfecho. O fotógrafo é um homem que se faz de durão e agora descobrimos que teve um relacionamento complicado no passado. Mas ele não maltrata ninguém por isso, e sim deixa claro que não quer se envolver. Mas vemos ele sendo um pilar para a protagonista e sempre que ela desaba é ele que está lá para apoia-la. Ele já admitiu para si mesmo que está apaixonado por ela, quando a observa e diz: “Me ferrei”. Que fofo! Adorei que a história está mostrando a relação de mãe e filha com muita delicadeza e o momento em que a criança tem que cuidar dos pais e se tornar adulto. Deixar de ser cuidado para cuidar daqueles que dedicaram a sua vida a criar você. Ah, e será que podemos morrer de fofura com os bebês que aparecem nesse drama? É cada bebê ou criança mais fofa que a outra.

Ponto negativo é que por ser uma mulher tão bem resolvida fiquei intrigada com o fato dela em nenhum momento cogitar a adoção. Tudo bem que pode ser por querer ter a experiência de gerar um ser mas seria legal se tivesse pelo menos pensado nessa opção. E continua os julgamentos com relação agora a decisão da protagonista ser mãe solo. Tudo hipocrisia do povo quando pergunta se ela não pensa no filho ao criá-lo sem um pai. E os pais que abandonam os filhos? E eu não estou vendo necessidade de um triângulo ou quadrado amoroso nesse drama. Só tem um casal possível de se shippar ali na minha opinião, mas me digam a de vocês também, ok?

Moral da história é que devemos ser cuidadosos no momento de julgar uma pessoa sem saber a realidade dela. Afinal no caso da protagonista, ela está muito ciente como é não ter a presença de um pai na vida. E por ter levado isso numa boa não vê problema em criar um filho só. Na verdade é preciso ter cuidado em julgar as pessoas no geral já que ninguém sabe da vida e do passado de ninguém.

Enfim, espero que estejam curtindo esse drama tanto quanto eu. Então me digam ai nos comentários o que estão achando desse drama?

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