28/10/2021

WHEN MY LOVE BLOOMS – EPISÓDIOS 7-8

Esse drama não dá um minuto de sossego para as dorameiras! Então vamos aos episódios dessa semana, porque chorar não adiantou!

Para enfatizar as transições da linha do tempo, essa semana estou testando algo diferente. Vou separar entre passado e presente. Achei justo porque muitos acontecimentos parecem dejavu*
(*significado: forma de ilusão da memória que leva o indivíduo a crer já ter visto (e, por ext., já ter vivido) alguma coisa ou situação de fato desconhecida ou nova para si; paramnésia).

No passado:
O pai da Ji Soo faz de tudo para afastá-la de Jae Hyun. A praga tem a coragem de mandar prender o namorado da filha. Nessas horas me pergunto porque esse amor é tão difícil. Eles nunca tiveram um minuto de paz. Jae Hyun se torna um procurado como criminoso político enquanto o pai traste quer enviar Ji Soo para a Alemanha.
Então no nomento do embarque Jae Hyun vai atrás dela no aeroporto. Ao se encontrarem eles fogem para uma vila, mas no meio do caminho Ji Soo escreve o nome deles em uma parede da ponte. Depois eles passam a noite juntos.
A jovem Ji Soo diz ao jovem Jae Hyun: “Eu serei seu asílio. Eu vou te esconder sempre que você vier a mim. Para que ninguém possa te levar embora”.

No presente:
Jae Hyun descobre o que está acontecendo e que sua mulher está envolvida com o ex marido de Ji Soo para chantageá-la.
Ele questiona tanto o ex marido advogado quando a Seo Kyung. Nada poderá impedi-lo de tentar proteger Ji Soo. “Você tira a criança da mulher que teve um caso, e eu vou levar a mulher que perdeu o filho.” Enquanto eu só gritava: “eeeeeeeeeeeita!”

Será que vamos ter mais sacrifícios da parte de Ji Soo? Não! Ela volta atrás e não cede a chantagem. GRAÇAS A DEUS.

Também temos o amigo do bar se confessando e eu me pergunto: “AMADO??”
Ele pode gostar dela, isso não é o problema. Mas se ele gosta dela tanto quanto diz gostar, porque não fez nada durante esses 27 anos? O que essa mulher sofreu na vida não está escrito. Então agora que ela reencontra o seu primeiro amor ele vem com essa? E mais, pelo visto vai querer impedir Ji Soo de estar com Jae Hyun como se ele fosse melhor em definir o carater de alguém do que ela mesmo. Então, novamente: “Amado??”

Quando olhamos para Jae Hyun do presente nos primeiros episódios, ainda não tinhamos a conexão com seu personagem como temos agora. Parece que ao se encontrar com Ji Soo, ele tenha encontrado também seu eu do passado e isso nos apresenta a uma pessoa muito diferente. É como se o Jae Hyun do presente tivesse motivos para ter esperança de novo.
O casal de encontra novamente no mesmo local que fugiram quando eram jovens, Jae Hyun escreve que o amor deles ainda florescerá, embaixo da escrita original feita por Ji Soo no passado. Me pergunto quando será o momento que eles começam a mudar o futuro, porque eles tomam caminhos diferentes depois que se afastam. Será que isso quer dizer que eles vão mudar a história dessa vez? Mas como a mudança não vem do dia para a noite, o drama ainda nos mostra o presente copiando o passado.
Então como que num climax, vemos os dois sendo o asilo um do outro.

E Ji Soo? Ela merece ser amada e feliz. Porém não precisa de um princípe num cavalo branco para salvá-la. Jae Hyun é responsável sim, por todo sofrimento que Seo Kyung vier a causar na vida dela. No entanto ela é forte e aprendeu com a vida que por mais pedradas que leve, ela também sabe revidar.

Ponto positivo para a dorameira que vos escreve: Esse é o primeiro drama em que vejo essa quantidade de flashbacks e ainda assim os considero extremamente necessários. Em dramas slice of life temos acesso a apenas uma parte da vida dos personagens, mas em When My Love Blooms nos tornamos próximos de Jae Hyun e Ji Soo, a ponto de conhecê-los bem. No entanto o passado continua sendo espelhado na realidade, como se eles não conseguissem cortar o ciclo, indicando sofrimento se repetindo nos tempos atuais. Então me pergunto? Qual é o momento mais bonito da vida deles? (Como disse no termômetro anterior, esse é o nome do drama na tradução literal). E é ai que o melodrama vem com força.

Moral da história:
“Não me morda. Eu vou morder de volta”.

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