28/09/2022

OH MY BABY – EPISÓDIOS 7-8

Já começamos o drama tendo a certeza que o Yi Sang é infértil, oh roteirista, dá um refresco amada, a moça quer tanto ter um filho e você coloca com um ship que não pode ter um? O ship dos outros né? Porque se Ha Ri seguisse meu conselho, ela já ia pegar um homem que tem filho e de quebra poderia ganhar mais um, mas como dizem, se conselho fosse bem, a gente vendia 😂😂😂😂.

Ha Ri conseguiu ficar no emprego e foi super elogiada por sua coluna. Continua na luta pensando em como vai fazer para engravidar, achei interessante a conversa que ela teve com uma de suas colegas de trabalho, “você nunca pensou em mudar de ideia sobre não ter filhos?” Fiquei pensando se talvez ela estaria cogitando em mudar de ideia sobre ter filho, veremos. Gostei da sua interação com a outra colega, falando sobre fazer o seu trabalho bem e direito, por mais que aquilo não seja o seu sonho, e como ela foi na empresa defender o Eu Ddeum, mulher super respeitada, assim que a gente gosta. Ha Ri é a personagem principal desse drama e a cada minuto conseguimos entender o porquê. Deixando de lado aquela cena de ciúmes rídicula que poderia ser descartada da trama sem problema nenhum.

Yi Sang me deixou bem #chateada, é sempre aquela coisa, te quero mas não quero, os dramas nunca vão deixar de mostrar isso, infelizmente. Entendo que ele tem todo o passado e tal, mas aí dizer para a Ha Ri que não quer nada com ela e depois ficar confundindo-a novamente, não é fácil, mas o que eu gosto no perfil da personagem, é que a roteirista a colocou como uma pessoa decidida “você não quer? Ok, mas não fiquei dando falsas esperanças, se atenha a ser profissional” pronto, deu logo uma cortada. E ela fez a mesma coisa novamente, “eu tenho sentimentos por você, mas se você não reconhecer que tem sentimentos por mim, pode acabar me perdendo” simples assim.

Eu Ddeum apelidado carinhosamente por mim, como porta, começou o episódio 7 dando uma dentro, mas já terminou pisando na bola, ai porta, como você tasca um beijo na mulher desse jeito? Depois vem me dizer que não entende o porquê das ex-namoradas terem temperamento quando começam a sair contigo. Vocês não estão shippando eles dois né? O porta não tem nenhuma chance, gente.

Jae Young meu ship supremo (discorde na sua casa, brincadeira) me rende as cenas mais bonitas com a filha, a ex dele finalmente apareceu para perguntar da criança, mas pelo visto, está só interessada em querer tirar foto com a filha para o aniversário. Jae Young questionando porquê dela não ter perguntado como a menina estava, se estava comendo bem, se precisava de algo, foi tapa com luva de pelica “ela está na creche, fazendo novos amigos, e já está até aprendendo a falar papai, mas mãe é uma palavra que não tem no vocabulário dela”. Quando ele chegou em casa e agradeceu a filha por estar crescendo bem mesmo tendo um pai como ele, foi tudo pra mim, vem cá que eu te abraço. E o simples fato dele fazer questão de colocar a roupa da filha depois do banho, não passou batido viu roteirista? Essas cenas estão sendo maravilhosas.

As vezes eu acho que os personagens masculinos tem uns 10 anos, é cada atitude besta que eu vou te dizer viu? Jae Young amigo, a Ha Ri quer o filho e não casar, e para de ficar agindo igual criança, chamando a mulher de feia e falando coisas desnecessárias, isso são crianças que fazem porque não sabem se expressar direito, me ajuda a te ajudar! E sinto que vou me decepcionar mais para frente. Preciso comentar sobre o porta? Ele anotando tudo o que os dois falavam 😂😂 serenata de saxofone, dança, ai, ai. Yi Sang sempre tentando impedir qualquer movimento dos outros dois, mas também não faz nada em seu favor, ai olha, sem tempo irmão, por isso que queria que ela ficasse sozinha. De criança já basta a que ela quer ter.

Ponto positivo: logo no início, a personagem da Jang Nara era um tanto cômica, mas depois ela ficou a mais madura dali, com as falas mais firmes e coesas, cada minuto ela se sobressai na trama e conseguimos perceber que por mais que ela tenha 3 homens “ao seu lado”, o drama é dela. Não se foi intencional ou não, mas nós mulheres agradecemos que a protagonista não seja alguém besta e frágil.

Ponto negativo: esse me quebrou viu? Não gostei da diretora Shin ter entregado o lugar, gostei muito dela ser uma mulher forte e ainda por cima ter duas crianças, e pensei que isso ia ser trabalhado bem melhor. A saída dela só fez reforçar o que a sociedade pensa, ou você tem filho, ou você trabalha, os dois não dá, tanto que o chefe dela deu aquele sorrisinho quando ela virou as costas, como quem diz “é isso aí, não dá para trabalhar e ser mãe ao mesmo tempo”. Ela parecia ser uma mulher super fodona, mas em casa, ela esquecia o cobertor da filha e ela acabava ficando sem na creche. E esse foi dois um dos motivos que a fez abandonar o trabalho, e o bebê dela estava doente também, claro que nessas situações, a pessoa sempre da prioridade para os filhos, mas já que se prontificaram a mostrar esse papel, por que não mostrar como as mulheres na vida real lidam com isso? afinal, não são todas que podem simplesmente deixar de trabalhar, elas se viram nos 30 para lidar com a situação.

Moral da história: acho que nos primeiros episódios o roteiro quis mostrar um lado bem crítico sobre o papel da mulher e seu poder de escolha, acredito que agora ela vai ficar no romance e como os dois vão fazer para superar a infertilidade. Vi gente comentando que agora seria interessante abordar o tema adoção, eu acho que seria bem válido, já que o roteiro já começou com crítica, mas vamos ver o que vem pela frente.

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