27/11/2021

MY UNFAMILIAR FAMILY – EPISÓDIO 2

My Unfamiliar Family trata de assuntos comuns da família contemporânea coreana, mas começa sem pesar, sem forçar e traz o realismo dos problemas familiares, proporcionando uma aproximação do publico com os personagens.

Segundo a sinopse do drama, Kim Eun Hee é a filha do meio de uma família que está se separando aos poucos. Sua irmã mais velha é ex-advogada de patentes, e seu irmão mais novo é uma alma sensível. E, embora seu pai trabalhe duro, normalmente é distante – uma atitude que tem preparado sua mãe para começar um novo capítulo em sua vida. Enquanto anseia por intimidade, Kim Eun Hee esconde seus sentimentos dos familiares. Em vez disso, prefere fazer confidências ao seu grande amigo da faculdade, Park Chan Hyuk, que é mais “irmão” dela, do que seus irmãos verdadeiros. Mas o que acontecerá quando os eventos sofrerem uma reviravolta? Será que a família conseguirá se unir a tempo de enfrentar a tempestade? E, quando as coisas ficarem difíceis, quem chamará a responsabilidade: a família de Kim Eun Hee ou seus amigos?

Para facilitar o entendimento vou separar esse episódio em três partes.

Parte I – Caso de uma noite da Eun Hee?

Engraçado como Eun Hee confia mais em Chan Hyuk do que na própria irmã mais velha. Embora essa amizade tenha sofrido com uma superação, o vínculo desse relacionamento ainda é muito forte.
E ao buscar por Chan Hyuk, Eun Hee conta em detalhes tudo que aconteceu entre ela e Jung Min quando eles se sencontram no hall do restaurante e como em seguida ela passa a noite com o vice-presidente da empresa em que ela trabalha. É possível sentir que Chan Hyuk gosta dela. Sinto cheiro de Amor platônico… E espero estar certa! Porque o vice pelo visto está noivo de alguém!

Parte II – Eun Joo é feliz no seu casamento?

Ela quer ter filho ou não quer ter filho?

De certa forma queria deixar o marido com ciúme do barista. Mas em uma conversa com o pai antes do acidente, o conselho dele era sobre ela ser feliz com o marido sem se preocupar em engravidar.

O marido dela, médico, parece frio e distante. E babado: ele fala num chat ou bate papo com alguém de nome “sininho”.

Parte III – Minha Família Desconhecida (Unfamiliar)?

No episódio anterior, terminamos sem saber o que teria acontecido ao pai da família, Sang Shik. E esse não era, ainda, o maior dos problemas que esses personagens teriam que enfrentar. Após encontrarem o pai, com uma lesão na cabeça temos uma nova e totalmente inesperada situação. O pai perdeu a memória depois de 1982 e isso quer dizer que ele pensa que têm 22 anos.

Essas memórias são anteriores aos filhos, que ele não reconhece agora. Nem mesmo os nomes ele sabe. Nesse ponto a tentativa de separação da Ji Sook se frusta e as irmãs Eun Hee e Eun Joo precisarão, mesmo que sem querer, se aproximar. Para Sang Shik também não é nada fácil, ao se olhar no espelho e ver um homem velho embora se sinta um jovem de 22 anos, uma vibe Dazzling fica no ar, junto com um nó na garganta.

O drama continua sendo realista e ao mesmo tempo nos deixando intrigados e envolvidos nos acontecimentos. Como o pai perdeu a memória e se lembra até 1982, ele age da mesma forma apaixonada de antes, do início do casamento, quando eles ainda não tinham filhos. Foi realmente inesperado o fato dele não se lembrar e a família dele se tornar desconhecida, como se os filhos fossem estranhos.

A mensagem que esse drama passa é justamente sobre segundas chances. O que será que levou Sang Shik a ser tão frio em seu casamento? Porque ao 22 anos ele era amoroso e caloroso com Ji Sook. Onde será que ele se perdeu?

O drama também nos questiona sobre o que é “familiar”. Afinal podemos ser estranhos uns para os outros e ainda assim dormir na mesma casa.

Apesar de Sang Shik não se lembrar dos filhos, por causa dessas dificuldades eles se parecem mais com uma família do que nunca.

E o final do episódio não poderia ser menos cliffhanger*: “Ela sabe que não sou o pai biologico dela (Eun Joo)?” diz Sang Shik para Ji Sook.

* Cliffhanger na tradução literal para a língua portuguesa “à beira do precipício”, ou “à beira do abismo”, é um recurso de roteiro utilizado em ficção, que se caracteriza pela exposição do personagem a uma situação limite, precária, tal como um dilema ou o confronto com uma revelação surpreendente.

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