24/10/2021

Discriminação não é só papo de ficção

Quando nós assistimos dramas nem é necessário ter o olhar muito analítico para perceber como diferentes tipos de discriminações e preconceitos são pautas recorrentes (e hoje basicamente constantes) nos enredos, tanto de séries como de filmes.

Eles são muitos, são sutis às vezes, você nem consegue perceber, enraizados na sociedade de tais formas que a maioria das pessoas simplesmente se joga pois acredita que aquela é a “etiqueta moral” apropriada. Abaixar a cabeça para um patrão abusivo porque ele é superior, se humilhar a um rico porque você é pobre, aguentar calado insultos pois não pode responder alguém mais velho, ser empregado e cachorrinhos dos seus veteranos, agradar e entreter aos homens só por ser mulher.

A lista é grande e eu poderia continuar por horas falando sobre as mais absurdas discriminações integradas na sociedade, normalizadas ou que as pessoas somente viram o rosto, fecham os olhos e fingem que não existe.

Porém, a mensagem que quero passar hoje é a de que nós somos os construtores do futuro que viveremos, do mundo. Se você acha que soa idealista e radical demais, tudo bem, mas é verdade. E tendo isso em mente é que não podemos nos calar e não reagir contra esses absurdos que há séculos, milénios tentam ensinar como “normal”. Um mundo onde pessoas são discriminadas por trabalho, profissão e salário; são diminuídos, assediados e ganham menos apenas por serem mulheres; sofrem perseguição, violência, precisam se esconder por suas sexualidades; são assassinados, explorados, insultados e privados de direitos universais pela sua raça não é o lugar onde quero viver.

Por isso me posiciono contra.

Mas ainda sem perder o foco da coluna e do site que é falar sobre dramas, queria citar, elogiar, relembrar, recomendar e exaltar aqueles que de forma correta e exemplar, apesar de serem ficção, retrataram a realidade da discriminação e de sua forma lutaram contra isso.

Que nosso mundo seja mais cheio de dramas como: My ahjussi, Be melodramatic, Your house helper, Age of youth, Beautiful world, My ID is Gangnam beauty, Radiant office, Miss Hamurabi, Fix you, Oh my vênus.

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E que esse espírito desejoso por mudanças não seja apenas coisa de personagens de ficção. Sejamos reais.


Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores originais e não refletem necessariamente a opinião das Coreanas de Taubaté.

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