27/11/2021

THE KING ETERNAL MONARCH – EPISÓDIO 15

Apesar do histórico da Kim Eun Sok (leia-se Goblin e Mr. Sunshine) nunca entenderia um final com mortes nesse drama do rei. Não que eu vá entender esse drama em algum momento, mas morte de personagem principal ou mesmo secundário me parece totalmente desnecessária.

Eles ficam se oferecendo o tempo todo para se sacrificarem, mas é tanto, que perdeu o valor disso também. Todo mundo se oferecendo para morrer como se estivessem na fila do churros. Oi?

O menino do ioiô é então a flauta personificada? Ele diz que a viagem no tempo e no espaço só pode ocorrer se ela estiver inteira. Então ele está procurando “ficar inteiro”?
E porque o Rei diz que a flauta tem que “chorar” para que ele volte para a noite da traição em 1994? Será que o lance de “se salvar” funciona porque a flauta personificada~menino do ioiô quer se salvar também?

Mas, novamente, a fantasia não é consistente. O rei salvar a si mesmo é algo que aconteceu na linha do tempo original. Como as duas metades da flauta são necessárias para viajar no tempo, isso significa que Lee Lim sempre voltava àquela noite ao mesmo tempo que o Rei. Portanto, o Lee Lim de 2020 deveria saber de sua morte. Não faz sentido que tenha sido um novo evento que resultou em uma nova versão futura do Lee Lim. Não faria mais sentido para eles estarem em um loop do tempo?

Ponto negativo: Parece que eles estão apenas usando o “destino” para explicar quaisquer inconsistências lógicas, portanto, não importa muito.

Com o drama se aproximando do fim, muitas despedidas aconteceram. Woo Do Hwan fez algo incrível interpretando duas pessoas tão distintas, então ver Yeong e Eun Seop se despedindo, foi um momento emocionante e engraçado de assistir. Eram como se fossem irmãos gêmeos e não sósias. Alias, Eun Seop tinha dois irmãos mais novos que eram gêmeos. Percebi isso agora escrevendo o texto.

Sobre o Shin Jae, já entendemos que a Eun Sok detesta ele, porque se tem um personagem que foi escrito para sofrer seu nome é Kang Shin Jae. Na verdade não, porque o nome dele é outro. Apesar do sósia também ter passado a vida toda praticamente em coma. Fato é que esse personagem foi feito para levar um tombo atrás do outro e ter a felicidade cada vez mais distante.
Um drama só sobre ele seria mais interessante, me julguem.

Sua mãe e Lee Lim reviraram sua vida sem seu consentimento, jogando-o em uma vida que ele nunca pediu. Ainda bem que ele confrontou sua mãe pelo que ela fez, pois ele precisava seguir em frente. Mesmo que ela achasse que o estava salvando, ela o traumatizou e precisava se dar conta disso. Acabou o sofrimento? Não! Então ele se declara para Tae Eul que diz que precisa ir correndo atrás do Rei, também conhecido como amor da vida dela. Não que ela tenha feito algo errado, ela tem o direito de amar quem quiser, mas é triste para ele. Por isso o melhor personagem desse drama todinho é o Shin Jae, que por acaso também é o único que faz terapia.
Fica a dica!

Pausa para lógica do romance: no termômetro anterior eu já falava sobre o amor ser mais forte que a lógica porque nesse drama de fantasia, é necessário se desprender das lacunas que ele deixa e simplesmente aceitar como a história está sendo contada. No entanto, fiquei toda reflitona pensando as escolhas que a Tae Eul fez nesse episódio. Ela quer ir salvar o rei ao invés de ficar parada esperando a sorte? Ok! Mas ela vai deixar o pai, Eun Seob e seus irmãos, Na Ri e a delegacia, todos com a Luna? A mesma Luna que acabou de dar uma facada nela? A Tae Eul não era policial? Ficou cega de amor?
Isso foi um outro ponto bem negativo na minha opinião porque me pareceu falha do personagem, logo não é questão de fantasia.

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