27/11/2021

O que achei de ‘Amor, Casamento e Divórcio 1 e 2’

ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS

Então, o que as Coreanas de Taubaté acharam desse drama?

Antes de você ficar furioso, eu vou já chegando dando uma dica supervaliosa: Leia o texto até o final, independentemente de você ter gostado ou não do drama, pois valerá super a pena. Se você não é daquela(e)s que gosta muito de ler e que não entendeu o final da segunda temporada, temos outra opção para você: Nosso vídeo que comentamos sobre o final da segunda temporada. Você pode ouvir clicando aqui. Além desse vídeo, temos uma playlist completa com TODOS os episódios comentados. Foram lives maravilhosas. Você pode acessar a playlist clicando aqui. Recomendo que você ouça esses vídeos, quando está fazendo o seu trabalho bem estressado, pois você vai se divertir e se perguntar: “Onde eu estava que não conhecia essa página antes?”. O drama é de certa forma estressante, tem momentos que você fica em estado de puro surto, mas as nossas lives foram superdivertidas e interativas. Ano que vem estaremos lá novamente comentando todas as semanas.

Então, passada a propaganda do nosso canal do YouTube (se inscreva no canal clicando no sininho e ativem as notificações), vamos para o que achamos do drama e principalmente dessa segunda temporada que se encontra disponível na Netflix Brasil a partir do dia 30 de Outubro.

Confesso para vocês que foi difícil terminar a primeira temporada desse drama. Ali nos primeiros oito episódios eu já estava esgotada. Embora eu particularmente goste da temática familiar e da cangaia (em bom paraibanes isso significa traição, por isso chamávamos de drama da cangaia, nós e nossa mania de apelidar os dramas) esse drama possuiu a façanha de me deixar cansada, mas eu guerreira que sou e querendo onde o circo iria chegar, decidi terminar a primeira temporada para assistir a segunda temporada. E não me arrependi. Para mim, a segunda temporada foi mais dinâmica, mais cheia de emoção. A primeira temporada é bem narrativa, e de certa forma rançosa por causa da narração de como os maridos traidores conheceram as amantes. Não vou me deter aqui sobre “A roteirista está romantizando traição”, pois já falamos disso aqui.

Infelizmente, para se contar uma história, tem que mostrar, e foi isso que a roteirista fez. No entanto, uma coisa é a gente saber que fulano trai ciclano, mas outra coisa é ver, não é? E esse drama foi bem cru, direto e sem arrudeios nesse sentido. Como vamos falar de traição e não mostrar? A roteirista mostrou e para nós, foi tudo bem colocado.

Eu já assisti uns 10, 15 dramas de traição (eu realmente perdi as contas) com diferentes enfoques, mas nunca vi um drama como esse. Esse drama veio para colocar todas as situações na mesa e mostrar que você pode ser a esposa perfeita, mas se o seu companheiro não tiver caráter, você vai ser traída sim. Para exemplificar isso, a roteirista, genialmente, descreveu três casais em três faixas etárias diferentes e em diferentes situações.

A DJ de rádio (Boo Hye Ryung) e o advogado (Pan Sa Huyn) são o casal mais jovem tendo por volta de trinta anos de idade. Logo no primeiro episódio essa mulher despeja muitos comentários machistas, onde ela culpava a mulher por ser traída e foi nesse momento que eu pensei comigo: “esse drama vai ser bom”, pois eu vi ali uma personagem que iria levar um baque e que iria trazer muito entretenimento para nós. E eu não estava errada. A DJ é uma personagem contraditória e para entendê-la deve-se usar um pouco da empatia. Ela tem o seu jeito independente, soberbo, mas não podemos esquecer que ela foi traída. E por quem ela foi traída? Foi traída por um homem de 30 e pouco anos, que sem ser honesto com ela tinha a enorme vontade de ser pai, mas concordou em não ter filhos, pois essa era a vontade dela. Além disso, ele não queria uma mulher independente, mas sim uma cópia da sua mãe. Uma dona de casa, que fosse totalmente submissa as vontades dele. Sem contar que era um mimado que mesmo morando fora da casa dos pais, ainda era totalmente dependente dos pais. Esse casal era aquele casal que desde o primeiro momento nós víamos que iriam se separar, pois eles não tinham nada em comum. Desde o primeiro momento, você sente que aquele casal parece ter um prazo de validade. E, sendo honestas, nós já conhecemos muitos relacionamentos assim, não é? As pessoas não combinam, não se completam, vivem em sintonias diferentes.

Então, graças a Deus, a DJ se viu livre desse homem na segunda temporada. E ele? Foi morar com a sua amante. E quem é a moça? A Song Won é uma tradutora, mais velha que ele (quem viu o drama sabe que a família dele era fissurado nisso e a DJ era só um ano mais velha que ele, enquanto a tradutora era por volta de 10 anos), que não conseguiu engravidar do ex-marido, mas na primeira vez que se envolveu com ele, engravidou. Bem estranho isso e a cena da primeira vez dos dois também. Sempre achei essa personagem bem misteriosa. Então, estou esperando um plot twist na terceira temporada dessa personagem, viu senhora roteirista? Durante as duas temporadas achei ela bem de boa fazendo todos os gostos dele, e também dos pais dele. Os pais do advogado também são um detalhe a parte. Eles vieram para representar aquele casal tradicional coreano. O homem sem noção, machista e a senhora que aceita tudo quase sempre calada. Tanto que, dentre todos os familiares dos casais, eles foram os que tiveram bastante tempo de tela. A história deles foi uma parte auxiliar da história do advogado e da DJ. Foi isso que senti desde o início. Eles não suportavam a DJ, e depois que descobriram que a amante estava gravida (nesse ponto eles ignoraram a idade dela, só queriam saber do herdeiro que ela estava gerando), viraram as costas para ela e ainda queriam que ela saísse do divórcio sem ganhar nada. Já não bastava a humilhação de ser traída, ainda tinha que bancar a orgulhosa e não receber nada do ex-marido no divórcio? Pois, eu amei que ela ficou com uns bens e depois ainda foi se fazer de vítima em uma coletiva de imprensa, pois ela como pessoa pública convocou uma coletiva de imprensa para comentar que tinha se separado do ex-marido. Essa cena foi uma das melhores nesse ano. Eu nunca ri tanto com a cara de pau dela. A atriz, a Lee Ga Ryeong, deu um show na interpretação. O Sung Hoon também atuou muito bem, tanto que não vejo outra pessoa interpretando o papel do advogado.

Vamos para o segundo casal? O casal perfeito. Da esposa perfeita e do marido quase perfeito.

A Sa Pi Young é uma produtora de rádio e o Shin Yoo Shin é um psiquiatra, diretor do hospital, herdeiro. É o casal perfeito, ou quase que perfeito. Ambos estão na casa dos quarenta anos e uma filha com 12 anos de idade. Esse é o casal modelo, a família modelo. Não podemos esquecer que essa era a mulher que colocava a roupa do marido dentro da geladeira. Esse casal veio para mostrar que, independentemente do que você faça, se o seu marido não tiver caráter, ele vai te trair. Ela trabalhava fora, era uma excelente dona de casa, sempre bonita e pronta para se doar ao esposo e a família. Ele, sabe aquelas personagens que pensam em casar-se com um bom partido? Pois bem, ele era essa pessoa. Herdeiro, bonito, elegante, inteligente, atencioso, e várias outras qualidades. No entanto, só tem um “detalhe”. Desde os primeiros episódios na primeira temporada ele mostra que não vale nada. Naquele momento, era algo sutil, mas já dava para perceber o ar perverso desse personagem. Para cima de mim.

Estava na cara que ele comprava bolo, sorvete para dá perdido na esposa depois de mentir que estava trabalhando ou bebendo com os amigos, mas estava na casa da amante. Eu, com meu doutorado em drama cangaia pensei: “esse macho é o pior que tem”. Desde o início, ele é dissimulado, cínico e fingido, pois não podemos esquecer que ele é psiquiatra, inteligentíssimo e sabe como ludibriar e manipular a situação para o seu bem prazer. Perdidos (como já citei) ele deu muitos na nossa esposa perfeita, e foi nesse casal que vi o maior plot twist da segunda temporada. Eu pensei que a roteirista iria demorar a descobrir a traição, mas aconteceu de certa forma rápida e quando não esperávamos. Além disso, a Pi Young fez o que eu não imaginava, que foi se separar. E mandar ele ir morar com a amante. Eu pensei que ela iria “lutar” pelo casamento, pois de certa forma ela é uma mulher bem orgulhosa e que amava muito ele, mas não. E eu amei esse desfecho. Ele ficou sem norte. Ficou desorientado. Como todo homem sem caráter, pensou que ela iria suportar pela filha e até pelo seu passado. Qual o passado da nossa esposa perfeita? A Pi Young culpava muito a mãe por ter se separado do pai, mas quando ela se viu na situação, ela entendeu a mãe da pior maneira possível, que foi sentindo na pele. E a mãe dele acabou indo embora, mas ainda bem que, embora em situação dramática, a Pi Young conseguiu pedir perdão a sua mãe. Essas cenas foram tão reais que machucam, pois mostra que devemos sempre nos colocar no lugar do outro. Muito fácil apontar o dedo dizendo que alguém deveria suportar uma situação por x ou y, mas e se você estivesse nessa situação? Você suportaria? Mesmo que a sua dignidade e sua autoestima não existissem mais e você se sentisse totalmente diminuída? Esse núcleo foi cheio de revelações e situações muito reais.

Com relação a amante do médico, ela era totalmente diferente da esposa. Algo que nesse drama foi bem descrito e mostrado. Todas as amantes, são totalmente diferentes das esposas. A amante do médico é a A Mi. Ela é solteira na casa dos vinte anos. Ela é uma atriz/modelo em ascensão que vivia entre a Coréia e os EUA e é em uma dessas viagens que eles se conhecem. Desde o início o médico assumiu que era casado. Aliás, todos os maridos deixaram claro desde o início em seus respectivos relacionamentos extraconjugais, mas a A Mi, desde o início, estava focada em trazer o presente de Deus para ela, ou seja, em se tornar a esposa do médico. Tanto que gostaria de disputar com a Pi Young, mas a Pi Young não entrou no joguinho e decidiu ir viver a vida dela. Fez muito bem. A Pi Young foi de longe a personagem que mais evoluiu nessa segunda temporada. Não podemos não comentar da atuação da atriz Park Joo Mi, foi maravilhosa. Sentimos todos os sentimentos da personagem. Assim como a interpretação dos demais atores desse núcleo. Todos deram um verdadeiro show.

Esse drama é inovador, e não podemos deixar de citar o episódio 12. Esse episódio foi um espetáculo à parte, onde tivemos a conversa que iria definir se o nosso casal perfeito iria se separar. Para que o tramite do divórcio acontecesse rapidamente, a Pi Young necessitaria do “aval” do então marido, ou seja, do aceite dele. Então, a Pi Young estava decidida a se separar, e inicialmente ele não queria. Em alguns momentos durante essa conversa pensamos que eles não iriam separar, que ele iria convencer ela. Em outros, sentimos que ela estava levando a melhor. Eu NUNCA vi isso em um drama. Um episódio inteiro focado em dois personagens. Ficou até parecendo que era uma cena de teatro e também de um tribunal com a defesa e a acusação duelando. Os dois conversando, um tentando convencer o outro do seu ponto de vista. Foi tão inovador que esse episódio entrou no Guiness book como o maior tempo de tela de apenas dois personagens. O roteiro desse drama é muito bom, mas o desse episódio se superou. Teve emoção, ranço, ódio, foi uma avalanche de sentimentos para nós que estávamos assistindo.

Agora, vamos para o nosso terceiro e último casal. Estão preparados para a nossa dose segura de ranço? #alertamachomuitoescroto

A roteirista do programa de rádio, Lee Si Eun, e o professor universitário, Park Hae Ryoon. Eles estão na casa dos cinquenta, casados há trinta anos, sendo pais de um casal de filhos. Esse foi o primeiro casal a se separar, e foi o que me deu mais ranço. Eu sei, eu sei, nesse drama os casais fazem praticamente uma competição para saber qual casal a gente odeia mais, mas esse casal é bem representativo do macho escroto ingrato e da mulher de meia idade que se anula, principalmente pelos filhos. A Si Eun não se via mais como esposa, amante, mas apenas como mãe. Ela achava que, apenas sendo mãe, conseguiria seguir com esse casamento. Na verdade, os dois estavam em sintonia diferente. E isso foi mostrado ainda no primeiro episódio da primeira temporada, quando ele quer ir para o motel e ela comenta: “Você é um professor, imagina se veem você entrando em um motel? Além disso, o que os nossos filhos vão pensar?”. Ela colocava os filhos em todas as situações, e nesse caso não fazia o mínimo sentido, mas isso é um problema de muitas mulheres-mães. Elas esquecem que antes da mãe, existia a própria pessoa, existia a pessoa individual, que tem vontades e desejos. Não existe casamento sem sexo, a não ser que seja um acordo entre o casal desde o começo, mas nos três casamentos que acompanhamos vimos que a convivência era quase de amigos. Ou seja, sem sexo, sem intimidade. Até mesmo o casal perfeito. Embora eles conversassem bastante, eles não demonstravam tamanha intimidade. Dentro de quatro paredes, todos os casais do drama estavam agindo apenas como pais, não como amantes e isso traz sim prejuízos para qualquer relacionamento.

A Si Eun e o Hae Ryoon estavam claramente em sintonias diferentes. Ela acreditava que a vidinha rotineira estava maravilhosa, enquanto ele queria emoção, queria amar novamente. E isso justifica ou faz ela “merecer” ser traída? É óbvio que não. Eles deveriam conversar mais, serem mais abertos um com o outro. Até porque são trinta anos de relacionamento, não trinta dias. A Si Eun cresceu em uma família rica, e teve que enfrentar a própria família, sendo deserdada para se casar com ele. O apoiou em todos os momentos. Apoiou porque o amava, porque acreditava nesse relacionamento. Até porque, ele é o pai dos seus filhos. Então, não acho que ela seja “otária”. Na verdade, ela faz parte de uma categoria de mulheres que admiro, mas que nunca irei ser assim, as que são tão boas com os outros que acabam não “prestando” para si mesma, ou seja, acabam trazendo problemas para si. Durante as nossas lives, muitas eram as expectativas para que essa personagem falasse umas verdades ao ex-marido, que fosse mais incisiva nas situações, mas com o passar dos episódios vimos, pelo menos até agora, que a personagem dela é de ser apaziguadora. Ela é tão apaziguadora que a filha falou umas verdades para o pai, e ela tentou colocar panos quentes com o papo de “ele é seu pai, você tem que perdoar”. Ela com esse discurso, e sem perceber, estava deixando a filha mais frustrada e mais triste, pois era visível que a filha dela não aceitava a situação inicialmente. No final da segunda temporada, vimos que a menina estava até aceitando a situação melhor.

O Hae Ryoon estava tão disposto a viver uma paixão que aceitou ser feito de estepe pela atriz Nam Ga Bin. A Ga Bin ingressou como professora em seu departamento na universidade. Ela tem por volta dos quarenta anos, e acabou um longo relacionamento recentemente quando ambos se conheceram. Visivelmente, ela estava querendo esquecer o ex-noivo, o Dong Ma (o CEO bonito, rico herdeiro), com o coroa, e ele sempre esteve ciente disso. Vimos como acabou a relação deles na segunda temporada. Não posso negar que amei como acabou e espero que ela mantenha a decisão, embora ache que aquele ex-noivo também é uma furada, pois é bastante manipulador e só “percebeu” que a amava quando a viu seguindo a sua vida. Ficou com o ego ferido e foi atrás, em uma aproximação bem suspeita, pois aconteceu de uma hora para outra.

Além do ex-noivo da Ga Bin, os secundários desse drama, além das amantes, também renderam várias cenas engraçadas, confusas e problemáticas. Vou citar algumas nesse parágrafo. Então, se não gosta de spoiler, pula para o próximo parágrafo onde falo sobre o episódio final da segunda temporada. Continuando sobre os secundários… O que falar da esposa do pai do Yoo Shin, a Dong Mi? Era uma relação muito estranha entre eles, que faz a cabeça da dorameira borbulhar com várias teorias, que ainda não foram mostradas, se é que tem algum plot twist nessa relação. O que vimos nessas duas temporadas é que sim ela queria ficar com o enteado, pois ela quer ser tocada por alguém jovem, mas na realidade ela andou vendo o espírito do ex-marido. Aliás, se você não entendeu a ideia da assombração, acredito que seja para mostrar os crimes que a coroa fez, pois não podemos esquecer que ela manipulou para que o marido morresse. Então, ela cometeu um crime, assassinato. Falando em mistério, plot twist, também tivemos o Seo Ban, o engenheiro de som. O seu jeito mistério rendeu altas teorias, mas até agora o seu personagem não foi tão explorado. Talvez ele não tenha muita utilidade mesmo na história e estejamos só esperando demais, mas vejo como uma perda de potencial a nível de personagem. Então, estou ansiosa para saber se sairá algo daí ou não.

Com relação aos minutos finais da segunda temporada. O episódio acabou ali na citação do poema. Após aquele momento aquelas cenas estão desconexas, e não sabemos o que de fato irá acontecer. Aquelas cenas foram apenas para anunciar a terceira temporada. Falando nisso, já tivemos baixas nessa terceira temporada. Os atores que fazem o advogado, médico e a madrasta, o Sung Hoon, Lee Tae Gon e a Kim Bo Yeon, respectivamente, não irão participar da terceira temporada. Você pode ler as matérias sobre isso aqui e aqui.

Sempre que alguns dramas lançam que terão mais temporadas, muitas dorameiras se levantam para dizer: “Não gosto de dramas com mais de uma temporada”. Eu também não sou muito fã. No entanto, devemos entender que existem vários formatos de dramas, e um deles é o estilo novelão. O que seria isso? São dramas longos em formato de novelas. Quando comecei esse drama, eu não tinha pesquisado muito sobre a roteirista. Então, enquanto acompanhava descobri que a Im Sung Han tem o estilo de escrever histórias com mais de 200 episódios, com muito plot twist e reviravolta. Então, amores. Juntou o formato da Netflix, de não colocar muitos episódios de uma vez, e a escrita dela e foi a junção certa para termos várias temporadas. Falamos sobre isso nas nossas lives. Então, quem é nossa seguidora e estava surtando conosco acompanhando esse drama, já sabia que o sofrimento poderia ser em 2-3 ou até mais temporadas.

Por fim, mas não menos importante, gostaria de dizer que gostamos bastante desse drama. Foi um drama bem reflexivo e que trouxe várias questões interessantes e que proporcionaram um debate bem valioso sobre casamento, relacionamento, criação dos filhos e vários outros assuntos. Recomendamos assistir sim, desde que a temática traição não te cause gatilhos e te deixe mal.

Além das lives que citei acima sobre o drama, também temos um vídeo de primeiras impressões que vale super a pena conferir.

A terceira temporada de Amor, Casamento e Divórcio está programada para ser lançada no primeiro semestre de 2022.

Você assistiu o drama? O que achou?

Comenta aqui embaixo.

Até a próxima!


Aline Silva
Aline Silva

Fundei as Coreanas de Taubaté em março de 2019. Entre idas e vindas sou dorameira há mais de 4 anos. Meus estilos preferidos são melodramas e Slice of Life. Meus dramas favoritos são: My Mister, Mother, Sky Castle e Thank You.

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